Que lindo!!! Fiquei tão emocionado que vou de Serra em 2014.

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Contas de campanha de governador são rejeitadas

Secretaria do TRE identifica irregularidade em gastos de quase R$ 800 mil; advogado apresenta defesa na segunda

Sidney Martins – Repórter – 27/11/2010 – 13:47

A Secretaria de Controle Interno e Auditoria do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE) rejeitou, nesta sexta-feira (26), as contas de campanha do governador reeleito Antonio Anastasia (PSDB). A coordenadoria de Controle de Contas Eleitorais e Partidárias do Tribunal identificou impropriedades e irregularidades em dez itens da documentação do candidato, totalizando R$ 799.065,24.

A mesma Secretaria rejeitou as prestações de contas do senador eleito Itamar Franco (PPS), identificando indícios de fraude na declaração de despesas, no valor de R$ 2.021. Os pareceres seguem agora para o Ministério Público Eleitoral e depois para os relatores no TRE. Se a decisão for confirmada pela Justiça Eleitoral, o MPE pode pedir a cassação do diploma de ambos.

Embora os dois pareceres sejam conclusivos, a legislação prevê a possibilidade de uma pós-vista, dando direito à defesa dos candidatos de apresentar os esclarecimentos para cada item questionado. O advogado de Anastasia e de Itamar, João Batista de Oliveira Filho, já estava ontem mesmo preparando a documentação para enviá-la à Justiça Eleitoral, o que deve acontecer até no máximo segunda-feira.

Na prestação de contas do governador, o item de maior valor questionado (R$ 346 mil) se refere às despesas com combustíveis. João Batista explicou que a campanha de Anastasia trabalhou com o sistema EXC Card Combustível, o chamado cartão combustível, o que está sendo questionado pela Justiça Eleitoral, que quer a apresentação de notas comprovando as operações.

Outros dois questionamentos de valor mais alto se referem a receitas provenientes do CNPJ de campanha do candidato (R$ 185.064) e a um depósito bancário sem emissão de recibo eleitoral, no valor de R$ 129.912.

Anastasia arrecadou mais de R$ 38 milhões em sua campanha, de acordo com a prestação de contas entregue no início do mês ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A maior parte dos recursos, cerca de R$ 18 milhões, está registrada como doações do diretório estadual do PSDB, seu partido.

Até sexta (26), o TRE já havia julgado e aprovado as contas de 37 candidatos, sendo 12 deputados federais e 25 estaduais. A primeira conta de campanha aprovada foi a do deputado Antônio Roberto (PV), no último dia 17.

O prazo para a prestação de contas de arrecadação e gastos com a campanha eleitoral terminou em 2 de novembro, mas até agora mais de 5 mil candidatos em todo o país não apresentaram o relatório de despesas e arrecadação do primeiro turno da eleição à Justiça Eleitoral. A maior parte dos candidatos “pendentes” não foi eleita.

De acordo com o TSE, candidatos que estiverem em dívida com a Justiça não podem ser diplomados. Nessa condição, se algum dos mais de 5 mil concorrentes deste ano que ainda não apresentaram balanço dos recursos quiser disputar algum cargo na eleição de 2012 terá, automaticamente, o registro de candidatura indeferido.

Há, porém, exceções. Os candidatos dos oito estados que tiveram segundo turno para a disputa do Governo ganharam prazo adicional. Eles têm até o próximo dia 30 para apresentar a prestação de contas do segundo turno.

A regra vale inclusive para as candidaturas presidenciais. Por enquanto, nem a presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), nem o candidato derrotado, José Serra (PSDB), entregaram o relatório referente ao segundo turno. A diplomação dos eleitos será no dia 17 de dezembro.

12 milhões de acessos: parabéns ao conversa afiada

Fonte: http://www.conversaafiada.com.br

10 estratégias de manipulação midiática

Fonte: http://www.escrevinhador.com.br

O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

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Charge do Bessinha

Fonte: http://www.conversaafiada.com.br

 

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